sexta-feira, 14 de dezembro de 2018

Doenças Literárias (Tag)




Olá, pessoas! Hoje é dia de tag e a escolhida da vez foi “Doenças Literárias” que eu encontrei no blog “Thelittle angie”.

1. Diabetes: Um livro muito doce.

Eleanor & Park – Rainbow Rowell

É um livro que, apesar de toda a carga de abusos e violência doméstica ao fundo, é muito fofo e doce. Acompanhar a relação de Eleanor e Park te faz voltar a ser adolescente e apaixonado.

2. Varicela: Um livro que nunca mais vais pegar para ler de novo.

50 tons de cinza – E. L. James

Eu falar que nunca vou ler um livro é muito difícil. Mas este foi um dos poucos livros que eu não terminei de ler e não quero tentar de novo nem tão cedo.

3.  Ciclo Menstrual: Um livro que reles constantemente.


Seis segundos de atenção – Humberto Gessinger

Sabe aquele livro que você marca várias citações e depois vai voltando só para ler de novo uma frase? Este é um deles.

4. Gripe: Um livro que se espalhou como vírus.

Crepúsculo – Stephenie Meyer

Quem não se lembra da febre de crepúsculo? Eu me lembro que na época em que lançou o filme, até quem não gostava de ler, leu os quatro livros da série.

5. Asma: Um livro que te tirou o fôlego.


Shantaram – Gregory David Roberts

Eu juro que tentei colocar outro livro, mas “Shantaram” sempre ficará no topo das minhas listas de livros preferidos. Não tem jeito.

6. Insónia: Um livro que te tirou o sono.


A estrada da noite – Joe Hill

Já passei várias noites lendo livros, mas “A estrada da noite” foi um livro que não me deixou dormir por motivos de: “eu tenho certeza que tem um fantasma na minha janela!!”

7. Amnésia: Um livro que leste mas não te lembras muito bem.


Pântano de Sangue – Pedro Bandeira

Também é difícil eu não me lembrar de um livro. Escolhi este porque tem muito tempo que eu li e não me lembro de algumas coisas.

8. Doenças de Viagem: Um livro que te leva para outra época/mundo/lugar.


A intuitiva – Hannah Howell

(Eu quase coloquei a série mortal aqui, mas já falei dela demais). Estou lendo “A intuitiva” e é muito fácil de me imaginar na época do livro com pessoas que prevêm o futuro e uma conspiração contra o governo da Inglaterra.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2018

Os meus melhores textos são sobre você




Os meus melhores textos eu escrevi para você. Isso é ridículo, eu sei, mas a verdade nem sempre vem com roupas elegantes; muitas vezes ela é cruel e trágica e, neste caso em específico, ela é brega e deprimente.

Os melhores dias da minha vida eu vivi com você. Ou eu estava ao seu lado ou conversando até de madrugada. Você sempre contou as melhores piadas e só o timbre da sua voz foi capaz de fazer eu me arrepiar.

Você também tem os olhos mais bonitos que eu já vi e o abraço mais gostoso que eu já senti. Você foi o meu melhor consolo, o ombro mais macio. Não me espanta nenhum pouco que os meus desenhos mais bonitos foram do seu rosto.

E agora os meus melhores textos continuam sendo sobre você, mas o tom de alegria não existe mais, assim como a sua companhia. Estão lotados de você, como sempre, mas, dessa vez, eles exalam o aroma da sua ausência.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2018

Acompanhando: Dinastia



“Dinastia” é o remake de uma série que passava nos anos 80, nos Estados Unidos. A série acompanha a vida da família Carrington, uma das mais ricas de Atlanta.

Sabe aquela série que não é lá essas coisas, mas que você assiste mesmo assim por motivos que nem você mesma sabe? Pois é, “Dinastia” é essa série para mim. E isso fica cada vez mais evidente na segunda temporada, que tem oito episódios até agora.

Nesta temporada, Fallon (Elizabeth Gillies) está noiva de Culhaine (Robert Christopher Riley), mas uma série de acontecimentos os impede de se casarem.  Blake (Grant Show) tenta superar a morte da sua esposa, Krytle (Nathalie Kelley) que aconteceu no final da primeira temporada enquanto Steven (James Mackay) e Sam (Rafael de La Fuente) embarcam na vida de recém-casados numa família louca.


No meio da confusão de sempre tem ainda a Alexis (Nicollette Sheridan) tentando atrapalhar a vida de todo mundo, principalmente a da nova noiva do ex-marido: a verdadeira Cristal Flores (Ana Brenda Contreras); a filha do Anders (Alan Dale), Kieby (Maddison Brown)  que retorna à cidade e vai morar com os Colby e o pequeno bebê Matthew, filho da louca da Claudia (Brianna Brown).

Nessa temporada eu acho que tem informação demais. Tem segredo da Fallon, segredo do Culhaine, da Alexis, do Sam... Tudo isso em diferentes acontecimentos, digamos assim. Acaba que o antagonista principal se perde no meio de tanta coisa. É a Claudia? Alexis? Kirby? Quem que é o vilão desse negócio, afinal? Ok, todos os personagens possuem partes boas e partes ruins, mas, ainda assim, acho que falta um foco principal para a série. A impressão que eu tenho é que os acontecimentos acabam não sendo bem explicados ou tendo a profundida que mereciam ou precisam.


Mesmo assim, eu continuo assistindo. Porque ela fica aparecendo na tela principal da Netflix , provavelmente.

terça-feira, 11 de dezembro de 2018

Sessão Spoiler que nem é spoiler direito - Batalhas



“Batalhas” é um filme sobre uma menina que tem que ir para um bairro pobre porque seu pai fica sem dinheiro, mas que não quer largar a vida de ostentação que tinha antes e, principalmente, a escola de dança que frequentava porque precisa de uma bolsa de estudos numa academia conhecida. É, você já viu isso antes em milhares de outros filmes, nada de novo por aqui.

Amalie (Lisa Teige) é uma menina mimada e nojenta que se acostumou a ter tudo o que quer. É, eu achei a protagonista do filme um saco, me julguem. Ela tem vários amigos, uma casa enorme e o sonho de ser dançarina. A coisa fica mais tensa quando a professora de dança cria uma competição entre as alunas, o que gera uma treta entre Amalie e uma tal de Charlotte (Charlott Madeleine Utzig), que era a melhor dançarina da turma.


Tudo isso acontece porque o pai de Amalie perde tudo o que tem e eles passam a viver em um bairro pobre, do outro lado da cidade. Amalie conhece Mikael, um dançarino de hip hop que mostra pra ela o mundo das batalhas, onde dançarinos duelam um contra o outro no puro improviso. Amalie finge que não tem nenhum namorado (Vebjorn Enger, que parece filho do Sam Heughan de “Outlander”) na parte rica do seu mundo (e ela tem) e começa a namorar Mikael, que desperta a dançarina que ela é e blábláblá. Ela começa a se destacar nas aulas e Charlotte fica com inveja, porque tinha certeza que ia ganhar a bolsa na academia de dança famosa.

No meio de tudo isso tem uma festa que Amalie estão organizando e ela vai acontecer na casa do namorado nº 1. No meio da festa Mikael aparece e conta para todo mundo que estava namorando Amalie e a garota é expulsa da casa pelo primeiro namorado. Acabou que ela ficou sem os dois namorados e sem os amigos também. Dos dois lados.


Para reconquistar Mikael, ela resolve participar de uma batalha contra ele. No meio da dança aparece uma das amigas antigas que diz que Amalie precisa mostrar ao garoto que o ama com a sua dança. Adivinhem só o que acontece: eles começam a dançar e no final estão se pegando de novo. Previsível.

O enredo não é lá essas coisas e os atores também não ajudam. Amalie é apática no nível Bella de crepúsculo e o namorado nº 1 também. Acho que a relação dela com o pai poderia ser muito mais bem aproveitada do que foi (não foi, na verdade) e o vínculo dela com os outros membros do grupo de hip hop não foi bem desenvolvido. O ator que faz o Mikael (Fabian Svegaard Tapia) me parece promissor, mas não achei nenhum outro filme com ele ainda.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2018

"É, eu sei..."




- Eu sei que não deveria e odeio isso. Eu te amo. Merda, eu te amo e só me dou conta disso agora, quando você está dormindo e eu estou destruída. É melhor eu ir embora antes que seus olhos se abram e me mostrem um universo inteiro que eu nunca poderei ter. Não, pelo amor de deus, não me olhe desse jeito, eu não quero mais derreter.

Os olhos verdes se abriram antes que ela fosse embora. Ambos se fitaram. Ela, com tanto amor que até doía e ele com uma névoa cinzenta de sono ainda.

- Vem aqui. – Ele esticou um braço e acariciou a cintura dela, nua. O neon lá fora piscava, banhando o quarto de vermelho para depois se apagar e deixar tudo escuro de novo. Vermelho. Breu. Vermelho. Breu. – Será que eles já entregam o café da manhã?

- Ainda nem amanheceu. – Ao contrário do que disse a si mesma que ia fazer, ela se aconchegou mais nele e encostou o nariz em seu peito. Os pelos faziam cócegas, mas a sensação era gostosa. – O que acha de tomar café lá embaixo.
Todos os músculos dele se retesaram enquanto ele respirava fundo. Em momentos como aquele, em que ele era duro feito pedra, ela sentia vontade de chorar.

- Não é bom arriscar. Podemos ser vistos.

- É, eu sei... – Passaram alguns minutos em silêncio antes que ela perguntasse: - Você vai embora depois do café da manhã?

- Você sabe que sim. – E ele sempre fazia isso. Sempre amassava seu coração em suas próprias mãos. Ela não sabia quanto mais aguentaria, mas ainda estava ali. Ao contrário do que tinha dito, ela não foi embora enquanto ele estava dormindo. Na verdade, tinha quase certeza de que ele faria isso.

Na verdade, ele já tinha feito. Na primeira e na terceira noite. Depois eles tiveram uma conversa franca e decidiram pelo menos se despedirem com mais uma transa pela manhã. A transa nem sempre acontecia, mas a despedida, sim. E era o que mais a machucava. Todas as vezes que ele vestia as roupas, se inclinava e lhe dava um beijo na testa antes de dizer “até logo” era como se um pedaço da sua alma fosse embora com ele. E quando ele voltava, não a trazia de volta.

- É... Eu sei. – Ela se levantou e pegou algumas roupas no chão do quarto, antes de entrar no banheiro e se trancar lá. Ela queria chorar, mas as lágrimas não apareceram dessa vez. Estava seca e se sentia como tal. A sensação era a de ser uma ameixa seca, que foi perdendo tudo o que tinha por dentro ao longo do tempo.

Algum tempo se passou e ele não bateu na porta ou chamou seu nome. Ela poderia apostar sua vida que ele tinha ido embora sem se despedir dessa vez. Depois de se vestir, abriu a porta do banheiro e teria morrido se a aposta tivesse acontecido de verdade.

Ele estava sentado na cama, já vestido, olhando para a tela do celular. Quando ouviu o barulho da maçaneta, olhou-a e contemplou sua beleza por alguns segundos. Deus... Ele se arrependia de poucas coisas, mas se arrependia amargamente de não tê-la conhecido antes de se casar com a megera da sua esposa.

- Pensei que já tivesse ido. – Por falta de outra coisa que dizer, disse justamente o que pensava.

- Eu prometi que sempre me despediria, lembra? – Ele se levantou e foi até ela, as mãos dos lados do seu rosto, os lábios macios contra a sua boca. A despedida às vezes tinha o gosto doce. – Alguma vez eu deixei de cumprir alguma promessa?

Ela queria dizer que sim, mas ele estava certo. Nunca deixou de cumprir nenhuma promessa. E o que ele não podia fazer, não prometia.

- Não é esse o problema.

- Então qual é?

- Nada é só... – Ela se afastou e ele respirou fundo, sentindo tanto medo que a garganta ficou fechada por uns segundos. – Você precisa ir. Precisa voltar para a sua família. – Para ela. Precisa fingir que não vem me encontrar uma vez na semana, que não apaga as mensagens do celular todas as manhãs, que não muda a senha de todas as redes sociais uma vez por semana.

- O que foi? – Ele não queria perguntar, não queria saber, mas ela precisava dizer. E ele sabia disso, já a conhecia tempo o suficiente para entender quando as barreiras que ela colocava entre os dois estavam prestes a desmoronar.

- É TPM. Só isso. Você vai...

- Não é. – Ele se aproximou de novo e a abraçou. E continuou abraçando mesmo quando ela tentou empurrá-lo para longe.

As lágrimas não caíram. Talvez tenha secado de vez.

- Me diz. – Ele pediu, o rosto escondido nos cabelos bagunçados dela.

- Você não me promete o que eu quero que prometa.

De novo ele ficou rígido, como uma pedra de mármore, só que com um cheiro delicioso.

- Eu não posso. Você sabe que eu não posso. – Ele levantou seu rosto para olhar em seus olhos. – Eu te amo, eu juro. – Ele sempre jurava. – Mas eu não posso prometer isso. Você sabe que não.

- Eu sei.

Ela não sabia.

domingo, 9 de dezembro de 2018

O fantástico mundo dos covers: Janet Devlin




O X-Factor de 2011 mostrou ao mundo uma ruivinha que tem uma voz maravilhosa! É Janet Maureen Aoife Ní Devlin ou apenas Janet Devlin. Ela não ganhou a edição do programa, mas continua cantando e seu timbre de voz é de arrepiar.

Janet nasceu na Irlanda e já lançou seis álbuns/EP. O último em 2016.





sábado, 8 de dezembro de 2018

Café morno e água fria




Sobrevivendo de café morno e fraco,
assim como eu me sinto
Morna,
fraca
e ferida.

Pisando em vidro quebrado
Estilhaços da minha alma partida
Pedaços afiados
De palavras não ditas
De sonhos perdidos
Mantidos
Por café morno
E água fria.

Os cortes são superficiais
Mas cospem sangue quente
Ardem como o inferno
Entorpecem minha mente.

Os furos parecem crateras
Estão cheios de pus
Contaminados com sua saliva
Precisam ser limpos com gase
E lágrimas de agonia



sexta-feira, 7 de dezembro de 2018

Livros lidos novembro/2018





1 – Promessa Mortal – J. D. Robb
Quando a namorada de Morris é a vítima do crime que Eve precisa investigar, as coisas ficam complicadas. Um dos melhores livros da série, sem dúvida. E Morris é a melhor pessoa ever também.

2 - Contos – Voltaire
Uma coletânea de contos de Voltaire é algo que precisa ser lido. Gostei de alguns e de outros nem tanto, mas reconheço o peso que o nome do autor tem na literatura mundial.

3 – Storm – Carian Cole
É o primeiro livro de uma série sobre uma banda de rock emergente. O foco maior é no romance e por isso eu acho que o livro perdeu um pouco seu encanto. Com um pano de fundo psicológico tão amplo e impactante, acho que a autora desperdiçou uma puta história.

4 – Gabriel – Katherine Laccom’t
A típica história “cara mal que é bom só com a mocinha”. Bom... Matar pessoas não é legal e as mulheres não deveriam se sentir atraídas por caras que matam pessoas, certo? Mas ok, essa parte a gente abstrai. Mas os outros furos no enredo me irritaram profundamente.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

Você é infinito




Você não é o seu diploma.

Parece estranho dizer isso, mas, às vezes, é preciso. Você não é a faculdade que fez, nem a que não fez, você definitivamente não é a sua nota do tcc. Não é o emprego que tem, nem o que largou, muito menos o que não conseguiu. Você não se resume a cinco anos de faculdade, não é sobre ter um status, não tem nada a ver com o quão invejada sua profissão é. Você não é definido por todas as suas derrotas. Elas te ajudaram a ser quem você é, mas não definem isso.

Você não é a expectativa que colocam nas suas costas, muito menos o peso que insiste em colocar nos seus ombros. Seu valor não é medido pelo seu salário e isso conta principalmente se você for uma dessas pessoas que se acha superior por causa do saldo disponível em sua conta bancária. Você não é mais importante porque sabe mais ou porque passou num concurso público.

Você não é sua ascendência. Você não é o seu avô, muito menos faz as mesmas escolhas que seus pais. É estranho ter que te dizer isso, eu sei, mas muitas vezes querem que você seja. E você não é, nem é obrigado a superar quem veio antes de você, muito menos segui-los. Acredite em mim: você não tem que provar nada para ninguém. Você não é o seu nome, muito menos o seu sobrenome e a reputação que o precede.

Você não tem que seguir todos os conselhos que te dão. Você não tem que seguir ninguém. Nem sua intuição. Você não vai ser considerado burro por errar e nem tem a obrigação de sempre acertar. Você não precisa se levantar logo depois de cair. Você não é fraco por chorar e não é forte por segurar todas as lágrimas.

Você não é o que dizem de você. Não é o que sabem sobre você e não é o que não sabem. Você não é seus segredos, seus parentes, seus medos ou seus anseios. Você é uma combinação disso tudo e de mais infinitas coisas que acontecem ao seu redor. Você não é simples. É indefinível, infinito. Você é único.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2018

Os primeiros episódios de "As crônicas de Shannara"



"As crônicas de Shannara é uma série distópica que acontece milhares de anos depois que a humanidade é extinta (ou quase). Ao que parece, a terra é habitada por seres mitológicos e os elfos são os responsáveis por proteger uma árvore chamada Ellcrys. Para isso, oito guardiões são selecionados periodicamente e, dessa vez, um deles é uma mulher, o que espanta todo mundo: Princesa Amberlee, neta do atual rei dos elfos.

Quando Amberlee toca na árvore, é acometida por visões de um futuro horrível, onde várias pessoas morrem e a terra é habitada por demônios. Numa dessas visões ela acaba matando o próprio namorado e por isso decide ir embora de Arbolon.


Então surge um humano estranho em Arbolon, Allanon (O Slade de "Arrow"), que consegue decifrar o que tem de errado com a tal árvore. Ellcrys está morrendo e cada folha que cai significa que um demônio foi libertado do inferno.

No meio disso tudo aparece também o Will, o único descendente de um tal de Shannara, que era um mago poderoso fodão ou alguma coisa do tipo. Ele tem umas pedras élficas que possuem magia, mas ele não sabe usá-las.



Acaba que esses três (Amberlee, Will e o Slade Wilson Allanon) se encontram, se salvam de um monte de ameças e vão juntos para Arbolon, tentar salvar a coitada da árvore.

Comentários de quem viu só 3 episódios ainda: Não estou curtindo muito não. Amberlee e Will são bem enfadonhos e a história ta meio sem pé nem cabeça ainda. (Que que a diaba da Eretria faz nesse negócio?)  Espero que melhore, porque estou um tanto quanto confusa nesse enredo. Manu Bennett tem uma presença ENORME em qualquer trabalho que ele faz (admito, aqui existe uma fangirl) e eu espero que ele não seja a única coisa boa da série.