sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Livros Lidos dezembro/2018




1 – A morte do capitão américa
Foi um dos melhore livros da Marvel que eu li. Tanto pela história, quanto pela forma como ela foi contada. Neste, houve um pouco mais de profundidade em comparação com os outros livros adaptados dos quadrinhos.

2 – Suzy, Led Zeppelin e Eu – Marin Millar
Eu esperava mais do livro como um todo, mas o final foi surpreendente e só então é possível de se entender porque o livro foi escrito, afinal. Não é uma narrativa envolvente e não é uma história fantástica. Mas é a vida real retratada tal como é: crua.

3 – A intuitiva – Hannah Howell
Eu nunca tive muita curiosidade de ler a série dos Wherlocke, escrita pela Hannah Howell. Este livro só foi comprado porque estava muito barato, mas eu gostei muito da história (não é só um romance histórico). Agora, quero ler a série completa.

4 – Aprendiz de Feiticeiro – André Percia
Um dos riscos de se comprar livros às cegas (um hábito meu) é acabar comprando um livro de auto ajuda achando que era outra coisa completamente diferente. Não gosto de auto ajuda e pronto.

quinta-feira, 3 de janeiro de 2019

Eu não consigo apagar os textos que fiz para você




Eu não apaguei os textos que fiz para você. Talvez eu saiba separar as coisas, não sei. Eu consigo sofrer ao mesmo tempo em que admiro um texto bem escrito. Eu não apaguei as fotos que postei de nós dois. Primeiro porque são muitas e eu sempre tive preguiça dessas coisas e segundo porque eu não quero te apagar da minha memória. Não, eu não te amo mais, mas não vou ignorar que já senti isso um dia e que, enquanto durou, me fez bem. Fingir que nada do que vivemos aconteceu seria hipocrisia e eu não costumo ser uma pessoa hipócrita. Eu não te amo mais, é verdade, mas tenho um carinho imenso por tudo o que nós vivemos. Além disso, eu tenho preguiça de excluir nossas fotos e simplesmente não consigo apagar os textos que escrevi pensando em você.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

O primeiro episódio "d'a maldição da residência hill"



Por que diabos eu demorei tanto para assistir o primeiro episódio de "A maldição da Residência Hill"? Apesar da demora, acabei de assistir e CA-RAM-BA!

O primeiro episódio apresenta cinco irmãos que viveram numa mansão com os pais quando eram crianças. Algumas das crianças eram assombradas por fantasmas dentro da casa, o que impactou de forma extrema a formação da suas personalidades ao longo da vida.


Steven, o irmão mais velho, virou um escritor de histórias de terror baseadas na realidade. Mas não a sua realidade, a realidade de outras pessoas que já presenciaram fenômenos sobrenaturais ou, como ele disse, "pré-naturais". Até então, ao contrário de todas as pessoas que contaram suas histórias, Steven nunca viu um fantasma.

A família saiu da mansão quando a mãe morreu misteriosamente. Ninguém sabe ao certo o que aconteceu (há uma teoria de que ela tinha doença mental) e o pai nunca quis falar sobre o ocorrido com os filhos.


O episódio termina com Steven encontrando sua irmã mais nova, Nell, em sua casa porque a moça ligou para o pai dizendo que  tinha visto a "moça do pescoço torto", o mesmo fantasma que a assombrava na mansão.

Aguardo cenas dos próximos capítulos para contar para vocês o que achei da série.

domingo, 30 de dezembro de 2018

sábado, 29 de dezembro de 2018

Querendo ou não




Querendo ou não,
sou eu quem conhece você,
quem decorou todas as suas pintas
com meus dedos;
Quem desenhou seus músculos
com a minha língua.

Querendo ou não,
sou eu quem entende você,
suas angústias.
Fui eu quem te consolou
quando a tristeza nublou seu rosto.

Você gostando disso ou não,
sou eu quem tocou seu coração,
quem leu seus versos de amor.
Sou eu a destinatária das suas paixões.

Querendo ou não,
sou eu quem conhece seu corpo,
quem te arranca suspiros,
quem conhece o gosto do seu gozo
e o som dos seus gemidos.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2018

Os melhores livros de 2018


O ano não acabou ainda, mas eu trouxe as listas com os melhores livros de 2018 porque sim. Fazendo um balanço geral de leituras, acho que fui bem até. Em 2017 eu li 66 livros. Em 2018, até agora, foram 75. Parece que a pokemón aqui evoluiu, não? ENFIM, segue a lista dos melhores livros de 2018:

1. O livreiro de Cabul – Asne Seierstad

2. Tudo que você não soube – Fernanda Young

3. Pequena Abelha – Chris Cleave

4. Sobrevivência, Promessa, Inocência, Salvação, Origem, Recordação, Nascimento e Estranheza Mortal – J. D. Robb (Todos da série "Mortal")

5. A irmã de Freud – Goce  Smilevski

6. Raptada por um Conde – Stephanie Laurens

7. O perfume – Patrick Suskind

8. Iscas Vivas – Fabio Genovesi

9. Bom de Briga – Markus Zusak

10. O lado bom da vida – Matthew Quick

11. The Walking Dead: A ascenção do Governador – Robert Kirkman e Jay Bonasinga


12. Um salto para a felicidade – Sara Gruen

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

Para 2019




Em momentos como esse eu percebo que não preciso de muito para viver. Nesses momentos em que estamos num lugar só nosso, uma espécie de paraíso não exclusivo, mas que pouquíssimas pessoas podem entrar. É como uma fortaleza. Por mais que algumas pessoas insistam em atrapalhar, nossas fundações são fortes, nossos muros são resistentes.

São momentos que eu gosto de aproveitar. Gosto de sentir a brisa de uma conversa no rosto, o cheiro do afeto que compartilhamos, gosto do gosto que a união da nossa família tem, adoro o som das risadas e a graça das piadas sem graça.

Não é perfeito, longe disso, vez ou outra os trovões de uma briga rugem e as vozes se alteram. Quem fica de fora acha até que é loucura. E talvez seja mesmo. Porque logo a tempestade passa. Apesar de tudo, raiva não é algo que conseguimos sustentar por muito tempo quando é de um de nós contra outro.

Em momentos como esse, em que as divagações de fim de ano vêm antes do tempo, eu percebo que todo o resto não é tão importante quanto o que temos aqui. Nosso pequeno paraíso, aquilo que chamamos de lar, mas que não é necessariamente nenhum lugar específico. É cada um de nós, unidos mesmo separados, para onde sabemos que não importa se estamos em países diferentes, sempre poderemos voltar.

Num ano em que infinitas lágrimas foram derramadas pelos mais variados motivos, meu único desejo para 2019 é que esse paraíso que construímos continue firme.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2018

Alguns fatos sobre: Luke Cage




Olá, pessoas! Luke Cage é uma das séries fruto da parceria Marvel + Netflix que deu certo até a Dona Netflix dar a louca e cancelar tudo. #indignada

Ressentimentos à parte, vamos ao que interessa:

1 - A série estreou em 28 de setembro de 2016 e já no dia 30 do mesmo mês todos os 13 episódios da primeira temporada já estavam disponíveis na netflix.

2 - Antes de ganhar uma série própria, o personagem de Mike Colter apareceu em Jessica Jones, na primeira temporada. Sua ex-mulher foi assassinada pelo Kilgrave, vilão da primeira temporada de Jessica Jones.


3 - A primeira temporada foi uma introdução do personagem para a minisérie "Defensores", assim como foram as primeiras temporadas de "Jessica Jones" e "Punho de Ferro" e as duas primeiras temporadas de "Demolidor".

OBS: Gostaria de deixar registrada aqui a minha raiva imensa com o cancelamento de "Demolidor".  De todas as séries da marvel, é a que mais valia a pena ter continuação. Talvez eu faça um post especial sobre ela. Veremos cenas dos próximos capítulos deste blog.

4 - O Luke conseguiu seus poderes (super-força e corpo à prova de quase-tudo) ao ser cobaia de um experimento realizado numa prisão, de onde fugiu


5 - No elenco fixo da série temos: Mike Colter, Simone Missick, Theo Rossi (Adoro o Shades e nem sei direito o motivo), Rosario Dawson (a enfermeira da primeira temporada de "Demolidor"), Alfre Woodard, Mahersala Ali, Eric LaRay Harvey, Gabrielle Dennis e Mustafa Shakir. Os dois últimos aparecem na segunda temporada.

Apesar de ter sido cancelada, acho que a série vale a pena. E preste bastante atenção à trila sonora. É maravihosa!

terça-feira, 25 de dezembro de 2018

segunda-feira, 24 de dezembro de 2018

Quem é que disse que você não pode voar?




Hey, me diz uma coisa: quem é que disse que você não pode voar? Preste atenção, você pode sonhar alto, pode alcançar, e quando estiver lá em cima vai enxergar tudo o que eles nunca viram. É só acreditar em si mesmo e não deixar ninguém dizer que você não é capaz. Se sua mente quiser, pode tirar seus pés do chão.

No meio de todo esse ódio, você pode ser a cólica que segura o megafone nas ruas e abafa as vozes odiosas do microfone. Enquanto eles pregam o ódio, você pode espalhar o amor. Acredite em mim: você é uma dessas pessoas únicas, extraordinárias. A cosmopolita mais insólita que eu conheço, a pessoa que me ensina mais coisas nesse mundo, uma das poucas que eu escuto sem me entediar.

E esse seu fogo que arde lento é só o início, apenas um capítulo da história maravilhosa que você pode contar. Você não é o epílogo, é só o início, acredite em mim. Assim como eu tenho fé em você.